O Estante de Letrinhas nasce neste cenário. A ideia é aproximar ainda mais pais,
educadores, professores e interessados em geral da literatura infantil e
juvenil. Apresentar lançamentos, ouvir autores e ilustradores de livros, reunir
obras que abordam assuntos pertinentes às crianças (como medo de lobo, a relação
com os pais, morte, separação, etc), mostrar como incentivar a leitura,
experiências desenvolvidas nas escolas e atividades promovidas por livrarias e
bibliotecas.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Contos de Julio Cortázar inspiram narração de histórias infantis
Nos textos do escritor argentino Julio Cortázar, aparecem cenários estranhos, histórias esquisitas e personagens fantásticos. Um prato cheio para uma contação de histórias, não é?
Não foi à toa que ele inspirou a dupla "Abigail Conta Mais de Mil" a criar histórias surreais (quer dizer, que não parecem reais). Eles se apresentam aos sábados e domingos, sempre às 16h, no Sesc Belenzinho (r. Padre Adelino, 1.000; tel. 0/xx/11/2076-9700). Até 18/9. Grátis.
A atriz Gabriela Lois, da divertida dupla "Abigail Conta Mais de Mil", conta que, após pesquisar a obra do autor, escolheu o livro "Histórias de Cronópios e Famas" para adaptar para crianças. "Ele trabalha com um universo fantástico e surreal que se aproxima do universo infantil pela facilidade de acesso à imaginação. E também provoca sensações que se explicam mais por imagens", conta Gabriela.
E, como sempre trabalham com música, a Abigail escolheu cantigas de roda argentinas para tocar ao vivo nas apresentações.
Confira a agenda das apresentações:
"Guk, O Camelo" - sábado (17), às 16h
Após um longo tempo de fuga, o camelo Guk decide voltar para casa. Mas não será bem recebido em seu país.
"Histórias das Gosminhas Verdes e das Famas" - domingo (18), às 16h
Na terra dos Légus Légus, vivem as gosminhas verdes: seres que gostam de falar travalínguas. Lá também vivem as Famas, que gostam de cantar músicas inventadas por elas mesmas. Os dois seres buscam se entender com seus jeitões diferentes.
Fonte: Folha de SP - Folhinha
segunda-feira, 28 de março de 2011
Este livro é bom?
por Cristiane Rogerio
Desde que nascemos passamos a experimentar produtos culturais, seja na música, na literatura, cinema, artes plásticas, etc. Se nos for permitido, muito cedo já podemos ter opiniões sobre assunto e começar a trilhar nossas escolhas. E você, pai e mãe “modernos”, ficam na maior dúvida: sigo aqui a dica da Cristiane Rogerio para escolher os próximos livros do meu filho ou deixo que ele compre aquele lá do final da prateleira, que eu nem acho tão bom mas, tem o tal bicho que ele adora.
Faça-se perguntas, antes. O que você espera de um livro para o seu filho? Que ensine algo didaticamente? Que tenha moral no final? Será que ele tem que ser “bonitinho” ou fácil à primeira olhada? Poderia falar apenas de “coisas” boas e alegres?
Ou será que o livro bom para o seu filho deveria ser um que o emocione, que o divirta, que seja inesquecível, que não subestime a capacidade de discernimento, compreensão e sensibilidade da criança, seja de qual idade for.
Para mim, livro bom para criança é livro de boa qualidade. Agora, como a gente descobre isso? Fuçando. Você e seu filho. Desde bebê. Pode começar por uma mordida ou uma boa molhada nele durante o banho. Depois ele pode aprender a ler com as mãos, sentindo a textura das páginas, o contorno dos desenhos, abraçando. Mais tarde, ele se envolverá com as letras, a junção delas, o ritmo, a dança que elas fazem pelas boas edições. E tudo isso sempre guiado por você que, lendo desde cedo para o seu filho, vai fazer esta descoberta pelos gostos e preferências se transformar em um prazer contínuo.
Fonte: Revista Crescer
terça-feira, 1 de março de 2011
Site "Pequeno Leitor" traz histórias animadas
Enquanto você aprende a ler, guarda no baú de palavras cada novo termo que aprende.
Assim é o site O Pequeno Leitor (http://www.opequenoleitor.com.br/), que entra no ar no dia 28.
Lá há várias animações com histórias curiosas. O visitante pode também a criar suas próprias narrativas, como um pequeno escritor.
Dá para trocar histórias com outros leitores, participando de bate-papo na página. Você também terá sua própria estante para armazenar seus contos favoritos.
Todo o conteúdo estará disponível gratuitamente. Para navegar, é preciso se cadastrar com a ajuda dos pais.
Fonte: Folha de SP - Folhinha
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Carrinhos de rolimã invadem a USP no sábado
Quando chegam as férias, qualquer ladeira vira pista de corrida para os carrinhos de rolimã. Mas o que parece só uma brincadeira de rua é coisa séria para muita gente.
Em sua 49ª edição, a corrida de carrinhos de rolimã da Escola Politécnica da USP acontece neste sábado (6/11). E ela não anima apenas as crianças. Como é obrigatório que as equipes tenham pelo menos um piloto maior de idade, tem muito marmanjo competindo.
Mas não basta ser o Ayrton Senna do rolimã. É preciso também ser um ótimo mecânico e saber construir o próprio carrinho. Para isso, existe até um manual que explica como ele deve ficar.
Começando no início da rua do Matão, uma ladeira da Cidade Universitária que faz qualquer piloto babar, a prova é bem difícil. Vários competidores acabam saindo da pista e fazendo a alegria de quem não teve coragem de participar.
As inscrições podem ser feitas até hoje no Centro Acadêmico Mecânica da Poli/USP (av. Prof. Mello Moraes, 2231, Cidade Universitária; tel. 0/xx/11/3091-5596).
PARA CONFERIR
49º GP Poli - NSK
Onde: rua do Matão - Cidade Universitária
Quando: sábado, 6/11, às 7h
Quanto: as inscrições custam R$ 30 e 1 Kg de alimento não perecível. Para só assistir, é grátis.
Fonte: Folha de São Paulo - Folhinha
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Sidnei, faz uma viagem no tempo
por LUCIANO BOTTINI FILHO
Quando: a partir de 6/11, sábados e domingos,às 10h10, 13h30, 20h e 4h10
Onde: TV Rá Tim Bum
Fonte: Folha de São Paulo - Folhinha
Depois de Mickey Mouse, Pink e o Cérebro e Super Mouse, mais um ratinho vai ganhar um desenho animado.
O nome dele é Sidnei, e seu desenho estreia na televisão no dia 6 de novembro.
Criado pelo canal pago TV Rá Tim Bum, em um trabalho feito só por brasileiros, Sidnei é um ex-rato de esgoto que foi viver dentro de uma sala de aula. Ele tem um companheiro, a barata Juca Barato.
No programa, a dupla aprende com um professor maluco, que usa um telescópio mágico para fazer viagens no tempo.
A cada episódio de cinco minutos, há uma nova aventura por um período histórico. Sidnei já conseguiu voltar ao dia do Descobrimento do Brasil, e até ao famoso voo de Santos Dumont com um avião 14 bis.
O criador da série, César Cavelagna, sempre quis fazer um programa com personagens infantis voltando no tempo, com grandes descobertas acontecendo também no Brasil.
O nome de Sidnei surgiu por influência de um amigo do autor, que se chamava Sidnei e tinha o apelido de Rato!
VALE CONFERIR
Desenho animado "Sidnei"Quando: a partir de 6/11, sábados e domingos,às 10h10, 13h30, 20h e 4h10
Onde: TV Rá Tim Bum
Fonte: Folha de São Paulo - Folhinha
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Monstros encantadores
Com mais de 18 milhões de exemplares vendidos só nos Estados Unidos, vencedor dos principais prêmios literários, traduzido para mais de 20 idiomas, aclamado pela crítica, finalmente é publicado em português o principal livro do ano: Onde vivem os monstros, de Maurice Sendak. O próprio autor selecionou a Cosac Naify para ser a editora do livro no Brasil. Após três anos de negociação, a Cosac Naify foi aprovada pelo autor e ilustrador, por seu cuidado editorial.
Na história escrita em 1963, o garoto Max, vestido com sua fantasia de lobo, faz tamanha malcriação que é mandado para o quarto sem jantar. Lá, ele se transporta para uma floresta, embarca em um miniveleiro, navega pelo oceano, até chegar numa ilha, onde vivem os monstros. Com o seu olhar firme, consegue dominá-los e é coroado rei. Max, então, fica livre para mandar e desmandar, longe de regras ou restrições. Mas, quando a saudade de casa e daqueles que realmente o amam começa a apertar o peito, Max fica em dúvida sobre suas escolhas.
“O trabalho de Sendak, disfarçado de fantasia, emerge do ‘eu’ primitivo, da criança que espreita no coração de todos nós”. The New York Times
Autor: Maurice Sendak
Ilustração: Maurice Sendak
Tradução: Heloisa Jahn
Em janeiro de 2010, este livro chegou ao cinema, assista o trailer:
Fonte: Cosac Naify
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Política também é coisa de criança
| Planalto Central |
A palavra "política" vem do grego. "Pólis" e significa "cidade", lugar em que os cidadãos conversam sobre o que é melhor para a sociedade. "Política é a ciência de se discutir o bem-estar dos cidadãos. Ela passa pela discussão de como garantir uma convivência pacífica e justa entre todas as pessoas", explica Edson Gabriel Garcia, educador, autor de "De Olhos Bem Abertos A Política Presente no Nosso Cotidiano" (ed. FTD).
Portanto, quando você participa de uma reunião no seu condomínio ou no seu colégio, está fazendo política. E, quando respeita os direitos do seu colega e cumpre com seus deveres, está agindo politicamente, pensando no bem de todos.
No dia 3 de outubro, os brasileiros vão escolher presidente, governador, deputado federal, deputado estadual e dois senadores. Entenda o que cada político faz.
PRESIDENTE
É o maior comandante do país. Mas ele não manda sozinho. Depende dos ministros e também dos deputados e senadores, que fazem as leis e fiscalizam o presidente.
GOVERNADOR
O governador tem o mesmo papel do presidente, mas cuida de um Estado. Ele tem secretários, que cuidam da saúde e da educação, por exemplo. Ele envia projetos para a Assembleia Legislativa, onde são feitas as leis estaduais.
DEPUTADO FEDERAL
Ele representa as pessoas na Câmara, que fica em Brasília. Lá, propõe leis e checa se o presidente está trabalhando direitinho.
DEPUTADO ESTADUAL
Fica de olho no governador e ajuda em seu trabalho nos Estados. É ele que representa as pessoas na Assembleia Legislativa.
SENADOR
Os senadores apresentam projetos que podem virar lei (se aprovados pelos deputados federais e assinados pelo presidente). Eles representam os Estados e vigiam o presidente.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Parque do Sítio do Picapau Amarelo
O Sítio do Picapau Amarelo vai ficar mais pertinho das crianças que moram em São Paulo. É que será inaugurado no dia 25 de setembro um parque temático inspirado na obra de Monteiro Lobato em Mairiporã (a 37 quilômetros de São Paulo).
Lá os visitantes podem conhecer o museu e a biblioteca de Monteiro Lobato, passear por uma fazendinha, onde há diversos animais, e colher verduras na horta da Tia Nastácia - depois, poderão preparar uma receita especial na cozinha da personagem. Será que ela estará por lá?
O espaço é voltado a visitas escolares - é preciso agendar com antecedência. Os interessados em agendar visita podem combinar pacotes de um dia, final de semana ou até período nas férias.
PARA CONFERIR:
Parque do Sítio do Picapau Amarelo
Aberto para visitas agendadas a partir do dia 25/9
O agendamento pode ser feito pelo tel. 0/xx/11/3742-7131 ou pelo e-mail contato@sitiodopicapaumairipora.com.br
Fonte: Folha de São Paulo - Folhinha
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Flipinha
Desde 2003, a cidade de Paraty recebe anualmente o mais importante evento literário da América do Sul: a Festa Literária Internacional de Paraty – Flip. O programa educativo da Flip se tornou uma ação contínua e recebeu o nome de Flipinha.
Mais do que um programa educativo, a Flipinha é um movimento de transformação para atuar na formação de leitores críticos e reflexivos, aptos a pensar e intervir no futuro de sua cidade.
O programa acontece de janeiro a dezembro com ações que envolvem alunos e professores da rede escolar pública e privada de Paraty em inúmeras atividades de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio cultural local.
Durante a Flip, a Tenda da Flipinha é o ponto de encontro das atividades realizadas ao longo do ano. Para a sua realização há um processo pedagógico participativo de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio material e imaterial da cidade.
Fonte: Flipinha
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Ossos do ofício
Com texto simples e ilustrações grandes e muito coloridas, Ossos do ofício é uma história que leva as crianças pequenas a passear com Nilo, um cachorrinho que um dia sai de casa bem cedo e começa a vagar sem rumo, sem ter nenhum lugar especial aonde queira ir. Como quem não quer nada, ele dá uma paradinha aqui, outra ali. Logo se vê que é muito observador, mas não é em tudo que presta atenção. Nilo está interessado no trabalho das pessoas, no ofício que elas exercem. Por onde quer que passe, há gente trabalhando. Ele olha e faz um comentário: "Quando a coisa pega fogo, chamam os bombeiros"; "Quem conhece a história dos dinossauros é a paleontóloga", "O que eu gosto no cabeleireiro é de sentar na poltrona e vestir aquela capa enorme"; "Pintores pintam de tudo, pintam paredes, pintam o mundo".
Depois de conhecer uma infinidade de profissões, Nilo acaba se perguntando: "E eu? Qual será o meu trabalho? Será que o meu ofício é apenas ser um roedor de ossos?". A essa altura, já chegando em casa, ele vê a alegria com que seus donos o recebem e conclui que o seu trabalho não é outro senão este: "É deixar as pessoas felizes".
Fonte: Cia. das Letrinhas
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Em tempos de Copa, vá ao Museu!!!
O Museu do Futebol é um museu da história do Brasil. Uma história que tornou o futebol uma das mais reconhecidas manifestações culturais do país. O povo brasileiro se apropriou do futebol, apaixonadamente. No Museu, vamos entender como o futebol, um esporte inglês, branco e de elite aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e parte importante da nossa cultura.
Instalado em uma área de 6.900m² no avesso das arquibancadas de um dos mais bonitos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho - mais conhecido como Estádio do Pacaembu, localizado em frente à Praça Charles Miller, em São Paulo.
Visitar o Museu do Futebol é percorrer a história brasileira no século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Guimarães Rosa elefantástico!!!
Quem leu Primeiras estórias e Grande Sertão: Veredas, vai sem encantar com Zoo.
João Guimarães Rosa tinha mania de olhar os bichos, para tentar entender melhor o homem e o mundo. Por isso, em Zoo – livro feito para crianças, mas capaz de emocionar adultos — Luiz Raul Machado reuniu algumas notas e reflexões de João Guimarães Rosa sobre animais e os zoológicos das grandes cidades as quais visitava. Com ilustrações de Roger Mello, a edição é um livro-objeto, que se abre conforme o leitor cumpre a leitura. Ao final se tem uma grande folha desenhada e contada sobre a mesa, com todo o texto e imagem integrados. As definições de Rosa, aliás, já são uma inteligente brincadeira com a relação entre as palavras e o que elas representam: "Onça — tanta coisa dura, entre boca e olhos"; "O bagre tem sempre as barbas de molho". E iniciam as crianças não só na imaginação sem limite do escritor, mas também na ousadia com que tratava os aspectos formais da língua: há desde aliterações musicais (Um pingüim: em pé, em paz, em pose") a neologismos ("O polvo aos pulos: negregado, o oitopatas, seus olhinhos imensamente defensivos, sua barriga muito movente: polvo da cabeça aos pés"), passando por pequenas "corrupções" da norma culta ("A cigarra cheia de ci").
A Biblioteca Infantil possui exemplares desta obra.
Fonte: Nova Fronteira
João Guimarães Rosa tinha mania de olhar os bichos, para tentar entender melhor o homem e o mundo. Por isso, em Zoo – livro feito para crianças, mas capaz de emocionar adultos — Luiz Raul Machado reuniu algumas notas e reflexões de João Guimarães Rosa sobre animais e os zoológicos das grandes cidades as quais visitava. Com ilustrações de Roger Mello, a edição é um livro-objeto, que se abre conforme o leitor cumpre a leitura. Ao final se tem uma grande folha desenhada e contada sobre a mesa, com todo o texto e imagem integrados. As definições de Rosa, aliás, já são uma inteligente brincadeira com a relação entre as palavras e o que elas representam: "Onça — tanta coisa dura, entre boca e olhos"; "O bagre tem sempre as barbas de molho". E iniciam as crianças não só na imaginação sem limite do escritor, mas também na ousadia com que tratava os aspectos formais da língua: há desde aliterações musicais (Um pingüim: em pé, em paz, em pose") a neologismos ("O polvo aos pulos: negregado, o oitopatas, seus olhinhos imensamente defensivos, sua barriga muito movente: polvo da cabeça aos pés"), passando por pequenas "corrupções" da norma culta ("A cigarra cheia de ci").
A Biblioteca Infantil possui exemplares desta obra.
Fonte: Nova Fronteira
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Exposição "Retratos de Marcelino Champagnat"
No espírito das comemorações do Festival Champagnat, a equipe da Biblioteca e do Memorial elaboraram a exposição "Retratos de Marcelino Champagnat". A montagem tem como tema as diferentes representações do fundador da Congregação Marista elaboradas a partir de seu falecimento, em 1840.
A exposição é composta por itens que trazem representações de São Marcelino ou fazem referência à sua atuação como religioso. Por isso, estão em exibição retratos, paramentos religiosos, publicações, relíquias, vídeos e apresentações, entre outros.
As peças que mais despertaram a curiosidade dos primeiros visitantes da exposição foram o relicário, que traz em si um fragmento do fêmur do santo, e a reprodução fisionômica feita a partir de seu crânio e que revela com maior precisão como seria o rosto real de São Marcelino.
A principal intenção da exposição é aproximar ainda mais a comunidade do Arqui da figura de São Marcelino Champagnat.
Apresentar os diferentes olhares sobre Marcelino possibilita que cada membro da comunidade marista possa construir para si uma forma de vê-lo.
"Retratos de Marcelino Champagnat" estará aberta ao público na Biblioteca Central, de 25 de maio a 10 de junho, no horário das 9h30 às 18 h.
Contamos com a presença de todos!
Fonte: Portal Marista
A exposição é composta por itens que trazem representações de São Marcelino ou fazem referência à sua atuação como religioso. Por isso, estão em exibição retratos, paramentos religiosos, publicações, relíquias, vídeos e apresentações, entre outros.
As peças que mais despertaram a curiosidade dos primeiros visitantes da exposição foram o relicário, que traz em si um fragmento do fêmur do santo, e a reprodução fisionômica feita a partir de seu crânio e que revela com maior precisão como seria o rosto real de São Marcelino.
A principal intenção da exposição é aproximar ainda mais a comunidade do Arqui da figura de São Marcelino Champagnat.
Apresentar os diferentes olhares sobre Marcelino possibilita que cada membro da comunidade marista possa construir para si uma forma de vê-lo.
"Retratos de Marcelino Champagnat" estará aberta ao público na Biblioteca Central, de 25 de maio a 10 de junho, no horário das 9h30 às 18 h.
Contamos com a presença de todos!
Fonte: Portal Marista
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Um autor de Épicos
Dav Pilkey, norte-americano, nasceu em 1966, em Cleveland. Vive atualmente numa região tranqüila, cheia de montanhas e bosques, na cidade de Eugene, no Oregon, nos Estados Unidos. Lá escreveu a série de sucesso, que ele chama de romance épico O Capitão Cueca, inspirado nos livros que costumava desenhar na carteira que lhe era destinada no corredor da escola primária. Espécie de “delinqüente escolar”, foi de tanto ouvir estalar os dedos da professora para ser expulso da sala de aula que Pilkey acabou criando o anti-herói Capitão Cueca, sem imaginar que ganharia renome internacional fazendo seus divertidos gibis ilustrados. O site do autor é: http://www.pilkey.com/
As bibliotecas, Central e Infantil, dispõem de exemplares do Capitão Cueca.
Fonte: Cosac Naify
As bibliotecas, Central e Infantil, dispõem de exemplares do Capitão Cueca.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Livros que nos deixam sem palavras
Se você acha que só depois que foi alfabetizado, terá condições de ler um livro. Então saiba que está enganado!
Antes de ter algum conhecimento da língua escrita, é preciso ter imaginação e ler as ilustrações.
Os livros Folha, de Stephen Michael King e Onda, de Suzy Lee, não tem texto, só ilustração, a história se desenrola na leitura das ilustrações, no imaginário do leitor.
Stephen Michael King por meio de lindas imagens e onomatopéias e com uma leveza de fazer a alma flutuar, conta a história de um garotinho, como tantos outros, que simplesmente não gosta de pentear os cabelos. Certo dia, porém, ele descobre uma vantagem extraordinária em ter o cabelo todo desarrumado e bastante embaraçado, quando uma semente cai bem na sua cabeça e ali mesmo começa a crescer.
Suzy Lee com poucos traços a carvão, ilustrou em azul, preto e branco o ruído das águas, o bater de asas das gaivotas, o vento que balança o vestido da criança e a conversa silenciosa que se estabelece ao longo da narrativa.
Quem ficou interessado em ler estes livros, a Biblioteca Infantil dispõem de exemplares.
Fonte: BRINQUE-BOOK e Cosac Naify
Antes de ter algum conhecimento da língua escrita, é preciso ter imaginação e ler as ilustrações.
Os livros Folha, de Stephen Michael King e Onda, de Suzy Lee, não tem texto, só ilustração, a história se desenrola na leitura das ilustrações, no imaginário do leitor.
Stephen Michael King por meio de lindas imagens e onomatopéias e com uma leveza de fazer a alma flutuar, conta a história de um garotinho, como tantos outros, que simplesmente não gosta de pentear os cabelos. Certo dia, porém, ele descobre uma vantagem extraordinária em ter o cabelo todo desarrumado e bastante embaraçado, quando uma semente cai bem na sua cabeça e ali mesmo começa a crescer.
Suzy Lee com poucos traços a carvão, ilustrou em azul, preto e branco o ruído das águas, o bater de asas das gaivotas, o vento que balança o vestido da criança e a conversa silenciosa que se estabelece ao longo da narrativa.
Quem ficou interessado em ler estes livros, a Biblioteca Infantil dispõem de exemplares.
Fonte: BRINQUE-BOOK e Cosac Naify
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Amizade sem fronteiras
O livro A menina e o elefante, da escritora Nicole de Cock, é uma emocionante e singela história de amizade. A menina vai ao zoológico e lá conhece um grande amigo: um elefante. Juntos, vivem momentos felizes, que terminam quando ele volta para a África. Ela pede ajuda a uma andorinha que sobrevoa terra e mar à procura do elefante. O tempo passa, a saudade aumenta e a andorinha traz boas notícias da África. A autora e ilustradora criou o cenário da conhecida série de TV Vila Sésamo. Indicado para crianças em fase de alfabetização.
A Biblioteca Infantil dispõem de exemplares deste livro.
Fonte: Cosac Naify
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O Bobo do Rei
A Cia. Vagalum Tum Tum estreou em 15 de maio, no Teatro Alfa, o espetáculo O Bobo do Rei, livremente inspirado em Rei Lear, de William Shakespeare. Nesta nova montagem da Cia. Vagalum Tum Tum, os elementos trágicos originais de Rei Lear são substituídos pela graça e poesia do Palhaço, o que a torna extremamente interessante para as crianças e os adultos.
O interesse é levar ao público a discussão sobre o que é essência e o que é apenas aparência, vaidades e exageros do ser humano. A relação entre o idoso e a criança, representados pela figura do rei e do bobo respectivamente, é explorada no sentido de reforçar o valor e o respeito a estes dois momentos da vida de todos nós.
Confira no site do Teatro Alfa os dias e horários das apresentações.
Fonte: Teatro Alfa
O interesse é levar ao público a discussão sobre o que é essência e o que é apenas aparência, vaidades e exageros do ser humano. A relação entre o idoso e a criança, representados pela figura do rei e do bobo respectivamente, é explorada no sentido de reforçar o valor e o respeito a estes dois momentos da vida de todos nós.
Confira no site do Teatro Alfa os dias e horários das apresentações.
Fonte: Teatro Alfa
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